COM
MUITO
AMOR
EM QUALQUER IDIOMA:
inglês: love, Árabe: حُبٌ, Chinês: 爱, Croata: ljubav, Tcheco: láska, Dinamarquês: kærlighed, Holandês: liefde, Espanhol: amor, Finlandês: rakkaus, Francês: amour.
COM
MUITO
AMOR
EM QUALQUER IDIOMA:
inglês: love, Árabe: حُبٌ, Chinês: 爱, Croata: ljubav, Tcheco: láska, Dinamarquês: kærlighed, Holandês: liefde, Espanhol: amor, Finlandês: rakkaus, Francês: amour.
É SÓ MACONHA!!!
Essa ultima versão do Rock in rio acaba hoje dia 22/09. GRAÇAS À DEUS! Que porcaria, ajuntamento de pessoas que foram enganadas pois, de rock esse festival não teve NADA. A organização do evento deixou serem roubados milhares de celulares dos incautos frequentadores e a policia apesar de resgatar muitos deles gastou energia que poderia estar voltada para o combate do crime organizado no RIO DE JANEIRO. Gastou-se milhões de reais para que as coisas não se transformassem numa guerra civil. E foi razoá e na medida do possivel o trabalho das forças de segurança, quer dizer: meia-boca!Como se gasta dinheiro nesses pais para que a nossa cultura continuem a ser massacrada e jogada no penico das últimas alternativas desse povo. Não existe o menor pudor de transformar a vida de uma cidade, bloquear ruas, desviar transito, infernizar a vida sofrida do carioca, para enganar os fãs do rock.Rock n' Roll NÃO HOUVE ROCK N' ROLL. Não fosse a maravilhosa musica popular brasileira cobrir os buracos do show e teria sido um fracasso ainda maior do que foi. Foram os nossos cantores, percussionistas, bandas e grupos de profissionais da MPB e quem pagou uma fortuna para se espremer naquele mictório e outras modalidades de ação que a moral e os bons costumes me proibem de enumerar aqui, aliadas a um cheiro insuportável de maconha e muitos pinos de cocaína encontrados nos camarotes e nos palcos , não fosse o nosso pessoas pátrio, músicos da melhor qualidade, o festival não teria fôlego para durar o tempo programado.
Ou seja, o que salvou a MACONHA IN RIO?
Foi isso aqui meu povo brasileiro:
0uçam para purificar o sangue da CULTURA BRASILEIRA!

Bobagem essa coisa de dizer que perdeu um amor. Gente sem noção que na sua absoluta ausência de compreensão da temporalidade dos fatos é capaz de ficar torcendo para que venha logo o dia ontem vivido, Não dá amigo já foi vivido ontem e as folhas das árvores que teriam que cair ja secaram no chão, as águas do rio da vida que passaram agora estão já perto do mar. Não adianta ficar olhando para o céu procurando aquela nuvem avermelhada que tanto lhe encantou na madrugada ou a presença daquele pássaro lindo e atrevido que ficou pousado na sua janela durante toda a manhã de um certo dia. Voou!
Não seja insensato em chorar por um amor perdido que foi o de ontem, pare de querer que as folhas as mesmas que ontem caíram revivam a cor e o brilho, pare de procurar vestígios das águas do rio pois nenhum rio é o mesmo apesar das suas águas passarem pelo mesmo lugar e aquela nuvem avermelhada escafedeu-se , agora faz parte do infinito dos céus e o pássaro tão amigo agora encontrou em outras janelas um pousar mais confortável.
É assim um amor de ontem.
Nesta virada de ano estarei publicando em todos os meus 6 (seis ) blogues esse texto, como forma de agradecimento a todos pela convivência e por me acompanharem sempre nesses meus devaneios que espero poder cultivar até o derradeiro momento de minha passagem.
Cada um de nós deve ter a exata dimensão da nossa grandiosidade social e explícita consciência dos nossos deveres de cidadãos e não admitirmos a selvageria, barbárie e desumanidade covarde que invade seja a rua onde moramos ou as nações do mundo em eternas guerras fratricidas. Nada consegue conter a luta maior da união do bem contra o mal, da verdade contra os destruidores da vida pois, somos o todo e essa meia dúzia de criaturas abjetas e sem caráter que pululam aqui e acolá, jamais terão a força moral mesmo que armados até os dentes, para impedir a nossa reação, a nossa não omissão para que a humanidade seja menos castigada e ferida como tem acontecido. A humanidade somos todos nós , a maioria e parcela majoritária nessa luta. Você não pode mais usar um celular na rua onde mora sem o risco de ser roubado. Nossas casas têm sido invadidas por hordas de drogados e desocupados que matam e estupram nossas filhas naquelas horrorosas cenas de terror. Saímos de casa e não sabemos se iremos voltar, pois o sagrado direito de um trajeto para o trabalho pode significar uma sentença de morte. Nossas ruas e nossos bairros estão assim. E no mundo como estamos? Estarrecidos esta é a realidade! Atos de terrorismos covardes contra civis inocentes tem como resposta a reação beligerante dos atingidos com a mesma resposta e nessa desumanidade de ambas as partes. Morrem principalmente as crianças. Não podemos normalizar nada disso que estamos vendo passar nas nossas caras, por os próximos poderemos ser um de nós. A sociedade do bem está se curvando perante os grupamentos da maldade e destruição e muitos dizem que isso não tem jeito e que sempre foi assim desde o principio dos tempos. Então, vamos eternizar a barbárie? A cultura humana que conquistou a Lua, criou os meios excepcionais de desenvolvimentos científicos e tecnológicos para o bem -estar da humanidade vai se curvar perante os destruidores de tudo que foi construído? Você não pode acreditar, sinceramente que viemos dos macacos e se assim agir estará merecendo toda a infelicidade de não aceitar Deus como criador de tudo e de todas as coisas. A fé em Deus tem que sair dos intramuros das igrejas, templos e das casas e invadir o território do inimigo, única forma de não permitir de que a fé sem obras, ações, reações e lutas é morta.
Chega!
Sem chorar não dá. E tem que ser aquele choro com soluços desavergonhados em praça publica ou no quarto, aqui ou acolá mas sempre deixando as lágrimas saírem aos borbotões que os solavancos da vida jamais devem represar. Só não devemos chorar profissionalmente isso é coisa de carpideira cuja função é chorar para defunto alheio. Quando o peito aperta e a glote estrangula a respiração, deixe esparramar um rio de lágrima e verás o alivio imediato das tortuosas ações das angustias sufocantes que queimam em aflições incontidas lá dentro de nós. Diziam os antigos que um homem não chora. Parecia que o sofrimentos dos homens eram diferentes dos das mulheres. Coisa imbecil que determinava que meninos vestem azul e meninas cor de rosa. Só esqueciam, os antigos que todos nós nascemos nus! E chorar lava a alma. Quem disse que alma tem gênero? Diria a psicologia sabe-tudo sobre o choro: "É um reflexo psicogênico resultante da interação entre as áreas do sistema límbico do cérebro regulador das emoções conscientes e suas respostas fisiológicas". E que diria quem sofre da necessidade de derramar lágrimas para desatar os nós da embarcação emotiva amarrada pelas cordas agora fundeadas no desespero dos portos da tristeza? Sistema límbico do cérebro regulador é o cacete! E o amor que se foi ? E a velhice por vezes mutiladora? O desaparecimento do ente mais querido ou aquela porrada que a vida nos dá vinda por trás, sem vermos e só da tempo de sentir? Prefiro a teoria psicanalítica sobre o choro que seria a catarse -termo grego káthasrsis- que purifica o ser humano usualmente visto no teatro grego. O choro purifica. Separa isso daquilo e aquilo daquilo outro e o que sai é a expressão de um sofrimento que nos livra do sufocante momento dos desesperos e mazelas humanas. Mas ao chorar não o faça com ódio, sentimento de vingança, vontade de fazer a performance do coitadinho, nada disso. Chore por você, chore pelo outro que você ama, chore pela vida, mesmo que essa vida esteja dando os últimos sinais e soluços de cansaços e que já esteja acabando dentro de você. Afinal você não estará chorando pelo que está acabando e sim, pelo milagre daquele começo no qual deu-se o nome de seu nascimento e que um dia Deus assim o permitiu. Afinal, toda vida valeu ter sido vivida. Nunca duvidemos disso.
Um pássaro precisa voar. Ter asas fortes, flácidas e grandes. Deverá sempre seguir as correntes aéreas para chegar mais depressa a lugar nenhum, porém antes que morra. O céu deve ser azul. Fundamentalmente azul. E que nele existam estrelas. Bilhões delas. E precisam brilhar intensamente para enfeitá-lo ,estimulando os poetas e orientando os homens do mar. Um céu despido de estrelas é um imenso pano preto triste aberto sobre nossas cabeças. Uma estrela que não brilha é carvão perdido no espaço. Os rios devem ser obrigatoriamente caudalosos. Sim, não podem confundir-se com riachos ou córregos pobres e magros filetes de água. Coisa de nada. Rios devem águas decididas. Eles possuem a incontestável personalidade das coisas poderosas, a necessária vaidade por ser assim e repudiarem o desleixos humanos ao querer sujá-los. Devem possuir e, na dose certa, uma arrogância bem construída que os impeçam de se transformarem em valões de dejetos humanos. Rio não pode ser esgoto. As flores devem ser belas. O sinônimo de flor é a beleza .Não existe outra opção para elas. Além de belas, perfumadas. Além de belas e perfumadas coloridas. Isto é uma flor. Assim como os pássaros, o céu, os rios e as flores nós também devemos ter um mínimo de atributos e características inerentes aos chamados seres humanos. Um ser humano não é uma pedra, muito menos fumaça. É humano. Então nesse ponto começa o conflitante impasse de toda uma civilização. Como conciliar desejos e realidades? Amor e necessidades? Instinto e razão? Vontades e possibilidades? Enfim, como conciliar esse ser humano com seu meio ambiente, inóspito, áspero, angular, poroso e por vezes insalubre. Insalubre e irreal. Sobretudo irreal, Sim, sobretudo irreal para os desejos e paixões humanas e progresso seja a que custo possamos pagar. Eu sou objeto ou sujeito da minha própria existência? Ator principal de destaque na vida encenando a maravilhosa criação divina ou um desastrado contrarregra carregados de cadeiras e arrumador de jarrinhas nessa santa ceia profana das iniquidades? Quem sou eu afinal? Um lacaio das imoralidades absurdas, das vontades podres das falsidades sociais e por vezes prostituídas ou um ser humano não-contaminado, livre, digno, responsável perante a mim mesmo por atitudes assumidas pelos atos cometidos? Devo tecer minha própria vida com racionalidade ética da minha inteligência ou deixar construir-me por uma devastadora e complexa máquina desumana e destruidora do que poderia ser um futuro honesto para todos? Quem devo ser afinal? Um burocrata suado de um escritório de trapaças e negociatas tendo que reprimir meus valores para apenas ter e acumular, mas oprimido no tempo pelo espaço e paredes que nos cercam e nos imobilizam nas neuroses das tantas telas de um computador, celular e ficar batendo palmas para a inteligência artificial? Deverei ser um boneco que dependurado por cordinhas balança a cabeça, pernas e braços comandado pelo líder maior dos maiores o tal exímio executor de marionetes que, modernamente entre nós, nem é intitulado pela palavra em idioma pátrio e sim de Ceo? Deverei ser um simples seguidor desta monótona vida de tantas milhões de vidas iguais, uniformizadas nas frustrações e recalques do correr atrás ou dizer não a um público idiota e mudar-me para outras realidades menos pueris e mais criativas? Deverei ser um concordato pseudo mocinho civilizado , pseudo educado e extremamente cativante que diz amém as bisbilhotices de calhordas que cafetizam em nome de Deus e enriquecem e enchem seus bolsos de todas as ofertas daqueles ludibriados a quem a vida nunca lhes fez um digna oferta de vida? O que deve ser um pássaro, o céu, os rios e as flores nos só podemos desejar e contemplar mas, fazer-se um ser humano, modelar-se com virtudes normais e desejáveis para todos , só nos mesmos através das nossas escolhas e ninguém mais. poderia ousar em fazê-lo. É por estas razões que sou eu, com carradas incontáveis de defeitos e raríssimas virtudes ou qualidades. É por esta razão que todos os meus defeitos foram forjados na procura reta e autentica da honestidade de propósitos e metas de viver. E se meus pontos positivos são vistos como muito piores, pior na verdade foi para aqueles que me tenham idealizado. E nesse momento, lembro de uma cena de uma novela na qual e numa reunião de família em meio às acaloradas mazelas hipócritas de sempre o personagem atrevido levanta-se da sua cadeira e diz:
Saudade de um bolero! Nossos rostos colados e naquelas paradinhas daqueles dois-pra -lá e dois -prá- cá as entradas atrevidas de pernas. Saudade de um bolero, daqueles que podiam ser em três palavras ou talvez contigo aprendendo naquelas noites de rondas que você finalmente nos acostumou naquele eterno besame mucho.
Gostos à parte, mas não posso, nem irei aqui recalcar meus mais atrevidos pensamentos críticos e falar com a nostalgia explodindo no corpo e a testosterona evidenciando-se nas espinhas do rosto de que aqueles que dançam funk certamente são assexuados.
E se faltarem os boleros aí estão os forrós de corpos grudados e gingados mais insinuantes a lembrar que dançar separados é um pecado mortal, coisa de animal de sangue frio, seres humanos não o são. Lá temos cara de peixes, répteis ou anfíbios?
Se ainda continuassem a faltar os boleros, um sensual samba rasgado de gafieira ou mesmo de salão já serviria para embolar as emoções e gritar mais alto nos ouvidos, não aquela barulheira indesejável do Mc fulano ou beltrano com sua parafernália de sons e luzes incomodando todo o bairro e ameaçando a saúde dos incautos, mas sim, o silêncio de um beijo depois daquele sussurrar nos ouvidos alheio frases úmidas e encharcadas de agudos sinais da libidos.
Saudade dos corpos colados!