ESTE É O PADRÃO FEMININO QUE SE QUER!






Sempre defendi a tese de que a verdadeira emancipação da mulher na sociedade tem que ser conquistada através de um conjunto de conquistas nas mais diversas áreas sociais que lhe dê :identidade cultural feminina própria!
Houve durante muitos anos, antes e posterior, as lutas pela emancipação feminina tanta incompreensão e exageros, além de um falta de visão e objetivos específicos para que a mulheres assumissem verdadeiramente o seu lugar que lhe pertence na sociedade, que , num determinado momento ser uma mulher emancipada era poder fazer tudo aquilo que o homem fazia!.
Não é, até por razões biológicas!
Porém vieram os movimentos feministas que pregavam o sexo livre,a liberdade de falar de maneira inapropriada com frases cheias de palavrões e impropérios, com gestuais extravagantes, liberdade para a mulher trabalhar seu corpo em academias transformando-as em verdadeiras bundas de aço, coxas com a dureza de um poste,barrigas de tanquinho masculinizadas e seios de silicone, enormes e outras tantas inutilidades.
Diziam que lutavam pela liberdade que tinham conquistado e agora,escolhiam os homens em qualquer lugar para fazerem sexo com eles, frequentavam "bailes" semi-nuas e sem calcinhas,faziam aborto a cada dois meses, usavam roupas de homem,falavam como homens, palitavam os dentes em público como os homens, enchiam a cara de álcool como os homens e saiam dos banheiros ainda fechando o zíper, exatamente como fazem os homens!
Ou seja, tudo aquilo que criticavam no machão passaram a fazer como verdadeiras machonas!
Porém, continuaram a ganhar menos que os homens nas empresas, a serem discriminadas para cargos de chefia e depois da jornada de trabalho, ainda tinham uma tarefa muito maior como dona de casa e mãe.
Ou sejam lutavam só por quinquilharias e bugigangas sociais e o verdadeiro mérito da questão das verdadeiras lutas,  sempre fora esquecido.
Nesta revolução da mulher, justíssima, imprescindível e sem contestação, infelizmente um grande percentual de mulheres continuam simplesmente a imitarem aquilo que sempre condenaram nos homens, ou seja não desenvolveram, nem trabalharam por uma identidade feminina cultural própria, e agora posso demonstrar o que sempre esperei como resultado desta merecida, intensa e inadiável revolução da mulher na sociedade contemporânea:

                                                                                  
E neste exemplo que descreverei está toda a minha filosofia de conquistas que uma grande parcela das mulheres não perceberam .
Vou citar o exemplo e sem maiores comentários: 
A senadora australiana Larissa Waters celebrou nesta terça-feira que sua filha Ali Joy, de 2 meses, fosse a primeira bebê a ser amamentada no Parlamento do seu país. A representante do estado de Queensland levou consigo a segunda filha na volta ao trabalho e não se intimidou ao alimentá-la durante uma sessão de votação.
No ano passado, o Parlamento aprovou uma regra que permitia mulheres a amamentarem nas câmaras. Antes disso, crianças eram vetadas nas salas do poder australiano e as mães senadoras deveriam votar por procuração no período de amamentação. Larissa liderou a reivindicação por mudanças. Agora, pais e mães são autorizados a cuidar dos pequenos no Parlamento. A Câmara dos Representantes tomou iniciativa semelhante.
"Muito orgulhosa que minha filha Alia seja a primeira bebê a ser amamentada no Parlamento federal! Nós precisamos de mais mulheres, mais pais e mães aqui", celebrou Larissa Waters.


                                                                           

11 comentários:

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    1. CIDÁLIA,

      como é bom a gente ser elogiado!

      Muito obrigado , mesmo.

      Um abração carioca.

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  2. Gostei muito de ler. Há sempre exageros em todas os percursos e não são eles que fazem a regra.
    O que lamento, como mulher, é que se precise de lutar por direitos que aos homens lhes são "oferecidos".
    Quanto a este exemplo que referiu, pergunto: por que raio é que havia uma lei que impedia as mulheres de amamentarem no parlamento???
    Mas, em todo o caso, mais vale tarde do que nunca...
    Bjinho :)

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    1. ODETE,

      você questionou com muita objetividade.Será que era proibido porque os mais legítimos e reais interesses dos movimentos feministas se perdem sempre em obterem superficialidades as quais eu chamo de bugigangas e quinquilharias de conquistas sociais de 1,99? Conquistas supérfluas, enfim...
      Mas estamos chegando lá, pois, antes era constrangedora a situação social da mulher.
      Um abração carioca.

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  3. Quando não houver competição entre os gêneros, mas sim, cumplicidade, tenho certeza de que assim, só assim teremos "paridos" seres realmente humanizados.
    Paulo, parabéns pela lógica e sensibilidade de seu texto!
    Abraço.

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    1. Célia, amiga virtual sempre presente!
      Concordo que homem querer ser mais do que mulher ou mulher querer ser mais do homem é de uma estupidez inominável, pois ambos são uma das hipóteses mais aceitáveis de termos uma sociedade equilibrada e equânime.
      O resto é contra senso.
      Obrigado pelos elogios Célia e você sabe como isto é importante para quem tenta elaborar um texto.
      Um abração carioca.

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  4. Paulo, seu texto está impecável! Não há dúvida que a mulher extrapolou, achou que para ganhar direitos teria de abandonar o que é mais belo na mulher: a feminilidade! Por que usar terno, gestos masculinos, ganhar músculos (coisa horrorosa) e imitar os homens? Penso eu que a mulher perdeu muito com essa atitude machista. Parabéns pelo seu texto, assino em baixo!
    Beijo, meu amigo.

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    1. TAIS LUSO,

      há de se encontrar uma definitiva identidade cultural feminina própria e apesar dos exageros estamos muito mais próximo desta realidade do que antes.
      Os avanços neste sentido estão sendo extraordinários!

      Um abração carioca.

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    2. Não tenho dúvida das conquistas imensas! Matamos um leão por dia para conseguirmos um lugar ao sol... É garra, Paulo!
      beijo, uma ótima semana.

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  5. A questão é estipular o padrão. A liberdade é a verdadeira conquista. O direito de se ser o que quiser, inclusive recatada e do lar, como sugeriu aquela revista. Ainda há muito o que se melhorar, mas quem sabe chegaremos.
    Abraços!

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    1. MILENE LIMA,

      "liberdade é a verdadeira conquista",concordo plenamente e hoje as mulheres conseguiram esta liberdade.
      A maioria a utiliza com sabedoria, uma pequena parcela ainda só quis esta liberdade para imitarem os homens.
      É o que chamo de falta de identidade feminina cultural própria.
      Mas concordo, vamos chegar lá !
      Um abração carioca.

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